A3 Medical Device

Atuamos em todo setor de regularização de dispositivos médicos e correlatos, apoiando fabricantes, importadores e distribuidores na estruturação e condução de suas estratégias regulatórias.

1. Enquadramento e classificação de risco

Realizamos a análise técnico-regulatória individual de cada produto, avaliando finalidade pretendida, indicação de uso, população-alvo, princípio e mecanismo de ação, características construtivas, caráter ativo ou não ativo, duração e natureza do contato com o paciente. A partir dessa avaliação, definimos a classe de risco e a via regulatória aplicável, conforme a regulamentação sanitária vigente.

2. Estratégia regulatória

Definimos o caminho mais adequado e eficiente para a regularização do seu portfólio, considerando o regime aplicável, os requisitos técnicos e documentais e o alinhamento com os objetivos comerciais da sua empresa.

3. Organização e revisão de dossiês

Apoiamos a estruturação, organização e revisão dos dossiês técnicos, garantindo consistência documental, conformidade normativa e prontidão para a submissão.

4. Peticionamento e acompanhamento

Preparamos os formulários de peticionamento eletrônico, protocolamos as petições junto à ANVISA e acompanhamos o processo até sua conclusão, incluindo o tratamento de eventuais exigências técnicas em conjunto com a sua equipe.

5. Suporte pós-deferimento

Orientamos sobre prazos de renovação, alterações pós-registro e obrigações de pós-mercado, garantindo a manutenção da conformidade ao longo de todo o ciclo de vida do produto.


Classificação de Dispositivos Médicos: como funciona?

A classificação de risco é o primeiro e mais decisivo passo na regularização de um produto para saúde junto à ANVISA. É ela que define a via regulatória, a documentação exigida, os prazos e os custos de todo o processo. Um enquadramento incorreto pode gerar retrabalho, atrasos e riscos sanitários e comerciais significativos.

O que é um dispositivo médico?

Dispositivo médico é todo produto para saúde usado em diagnóstico, prevenção, monitoramento, tratamento ou alívio de doenças, que não exerce sua ação principal por meios farmacológicos, imunológicos ou metabólicos. Essa distinção é essencial: ela separa os dispositivos médicos dos medicamentos e demais categorias sanitárias, cada uma com seu próprio trilho regulatório.

Como a ANVISA classifica os dispositivos médicos

A classificação é feita com base no risco intrínseco que o produto representa ao paciente, ao usuário e à saúde pública. O enquadramento considera critérios técnicos como:

  • Finalidade pretendida e indicação de uso
  • População-alvo (profissionais de saúde, pacientes, uso leigo)
  • Princípio e mecanismo de ação
  • Caráter ativo ou não ativo do produto
  • Invasividade, duração e local de contato com o corpo
  • Características construtivas e funcionais

A partir dessa análise, o produto é enquadrado em uma das quatro classes de risco:

  • Classe I — baixo risco
  • Classe II — médio risco
  • Classe III — alto risco
  • Classe IV — risco máximo

Notificação ou registro: qual a via aplicável?

A classe de risco define diretamente o regime de regularização:

  • Classes I e II → regime de notificação (processo mais simplificado)
  • Classes III e IV → regime de registro (processo mais complexo, com análise aprofundada de segurança e eficácia)

Produtos ativos, invasivos ou de maior criticidade tendem a exigir registro. Por isso, a correta identificação da classe é determinante para dimensionar prazo, esforço e investimento.

E os produtos de diagnóstico?

Produtos destinados ao diagnóstico in vitro (IVD) — como testes, reagentes e equipamentos de análise laboratorial — seguem regras próprias de classificação, com critérios e classes de risco específicos. É fundamental que a estratégia regulatória trate esse grupo de forma distinta dos demais dispositivos médicos.

Por que a classificação correta importa?

  • Evita retrabalho: um enquadramento errado gera exigências, indeferimentos e perda de tempo.
  • Reduz riscos: garante que o produto seja avaliado na medida certa do seu risco.
  • Otimiza custos: evita investimento desnecessário em documentação para produtos de baixo risco.
  • Acelera o processo: a via correta desde o início reduz prazos de análise.

Como a A3Analítica pode ajudar

Na A3Analítica, realizamos a análise técnico-regulatória individual de cada produto, avaliando todos os critérios de classificação e definindo a classe de risco e a via regulatória mais adequada ao seu portfólio. Atuamos do enquadramento inicial ao acompanhamento pós-deferimento, garantindo conformidade, consistência técnica e mitigação de riscos em todas as etapas.

Conte com a A3Analítica para classificar e regularizar seus produtos com segurança e precisão.

Por que escolher a A3Analítica?

  • Especialização técnica: foco exclusivo em regularização de produtos para saúde.
  • Visão estratégica: enquadramento e planejamento que evitam retrabalho e reduzem prazos.
  • Conformidade normativa: atuação alinhada às normas e boas práticas da ANVISA.
  • Mitigação de riscos: identificação e tratamento proativo de pontos críticos no dossiê.
  • Parceria de ponta a ponta: acompanhamento completo, do enquadramento ao pós-mercado.

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Conte com a A3Analítica para conduzir a regularização da sua empresa e dos seus produtos com segurança, técnica e agilidade. Entre em contato e vamos construir juntos a melhor estratégia para o seu portfólio.

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📧 Consultoria@a3analitica.com

O que fazemos
Atuamos em toda a cadeia de regularização de dispositivos médicos e correlatos, apoiando fabricantes, importadores e distribuidores na estruturação e condução de suas estratégias regulatórias. Nossos principais serviços incluem:

Enquadramento e classificação de risco — análise técnico-regulatória individual de cada produto, com definição da classe de risco e da via regulatória aplicável.
Estratégia regulatória — definição do caminho mais adequado e eficiente para a regularização do seu portfólio.
Organização e revisão de dossiês — estruturação, organização e revisão dos dossiês técnicos, garantindo conformidade e prontidão para a submissão.
Peticionamento e acompanhamento — preparação dos formulários, protocolização das petições e acompanhamento do processo junto à ANVISA.
Suporte pós-deferimento — orientação sobre renovação, alterações pós-registro e obrigações de pós-mercado.

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